Acessórios de segurança para veículos sobem acima da inflação


por Emir Pinho - Consultor de Seguranca - 51 9967 3306 - ID 9214136 em old / 19 de agosto de 2010

Acessórios de segurança para veículos sobem acima da inflação

Acessórios comprometem até 1,5% do orçamento doméstico.
Entre as peças mais procuradas estão alarmes, trancas e rastreadores.

Do G1, com informações do Jornal da Globo

 

 
 Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que os gastos com acessórios, como por exemplo alarmes, trancas, rastreadores comprometem até 1,5% do orçamento doméstico. Para evitar surpresas, muita gente não economiza dinheiro com a segurança do carro.
“Em geral a família gasta com telefone, por exemplo, cerca de 3% do orçamento familiar. Considerando que só com segurança vai gastar 1,5%, quase a metade de um serviço tão essencial, como é o telefone ou a energia elétrica que tem o percentual parecido com o comprometido com telefone. Dá para entender que é um item relevante”, afirma o pesquisador da FGV, André Braz.
O grupo de amigos vai pagar uma conta alta. Não a do barzinho, mas a do estacionamento. “A partir do momento que você tem um carro, tem os custos que vem embutidos nisso. Isso inclui o item segurança”, afirma o biólogo Diego Nunes.
A segurança custa cada vez mais caro. “Com seguro, estacionamento, manutenção, quase R$ 1.500 por mês”, conta o comissário de bordo, Rafael Giacomelli. “Além de pagar o seguro do meu carro, R$ 2 mil, qualquer lugar que eu venha a sair eu pago estacionamento”, diz a arquiteta, Bruna Vilhena.
O estudo da FGV destacou 16 serviços relacionados a custos com automóveis, de agosto de 2009 a julho de 2010. Justamente os que envolvem segurança dispararam na contramão da inflação que foi de 4,35% no mesmo período.
Travas e alarmes tiveram alta de mais de 6%. Deixar o carro em um estacionamento ficou quase 12% mais caro em um ano. O preço dos seguros disparou, quase 20% nos últimos 12 meses.
“Segurança hoje em dia é uma necessidade. Se eu fosse colocar na ponta do lápis tudo o que eu gasto, não daria no caderno”, afirma o médico Fábio Murad.

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