Exército e Panda Security fazem parceria contra o crime digital


por Emir Pinho - Consultor de Seguranca - 51 9967 3306 - ID 9214136 em old / 25 de setembro de 2010

Exército e Panda Security fazem parceria contra o crime digital
A Panda Security e o Exército brasileiro anunciam um acordo para o desenvolvimento de rápidas respostas táticas e estratégicas contra as ameaças cibernéticas à segurança do Exército, com o uso da plataforma de segurança corporativa da companhia. O contrato, com valor de R$ 292,5 mil, tem duração de dois anos. Segundo a Panda, houve redução no valor da oferta em função da importância da parceria, anunciada nesta quinta-feira em São Paulo.
De acordo com a Panda, já estão sendo realizadas a instalação de 37,5 mil licenças da plataforma de segurança corporativa da companhia nos computadores que compõem a rede do exército (cerca de 60 mil máquinas espalhadas pelo Brasil), assim como o treinamento de pessoal. Já há 350 militares treinados na plataforma e, até o final do contrato, mais 700 estarão aptos a trabalhar com a tecnologia.
Segundo o general de brigada Antonio dos Santos Guerra Neto, comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX), a tecnologia ajudará a proteger informações comerciais, técnicas e estratégicas das forças armadas. “Nosso acordo prevê que a Panda repasse ao CCOMGEX o modelo de funcionamento desenvolvido no Conselho de Cibersegurança espanhol e a transferência dos conhecimento adquiridos pela entidade”, disse.
O militar afirmou também que a parceria foi firmada dentro da orientação do Ministro da Defesa, Nélson Jobim, para que as Forças Armadas não sejam mais meras compradoras de tecnologia, mas que também haja transferência de conhecimentos. O acordo inclui o envio de conteúdos virtuais com suspeita de códigos maliciosos para o Panda Labs, localizado em Bilbao, e a resposta em até 24 horas com detalhes técnicos do mapeamento destes códigos e os procedimentos adequados para prevenção e detecção, assim como eventuais vacinas.
O CEO da Panda, Juan Santana, destacou a importância do Brasil como exportador de malwares. Além disso, afirmou que para conter a onda de cibercrimes é preciso uma cooperação internacional. “Sabemos que na maioria das vezes o local de produção dos código maliciosos não é o mesmo lugar onde eles causam impacto”, afimou. Ele disse ainda que a Panda recebe 55 mil novos vírus ao dia, mantendo atualmente um banco de dados com 45 milhões de pragas. Uma equipe do exército brasileiro irá pra a Espanha conhecer as instações da Panda Security, uma das líderes mundiais em tecnologias de antivírus, detecção, prevenção e combate às ameaças e crimes virtuais.
Nota do Emir: Eu tenho apontado a questão para  as empresas de segurança eletrônica. Afinal de contas o crime contra as informações de nossos clientes, colocam os mesmos em situação de extremo risco e vulnerabilidades.  A convergência no oferecimento de produtos e serviços deve passar por TODAS as situações que exijam.

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