Na Capital, blitze foram insuficientes


por Emir Pinho - Consultor de Seguranca - 51 9967 3306 - ID 9214136 em old / 12 de janeiro de 2008

Nem a profusão de barreiras no ano passado conseguiu tirar Porto Alegre das primeiras posições da lista de furtos e roubos de veículos. A capital dos gaúchos foi a segunda cidade mais visada por ladrões de carros em 2007. E com alto grau de violência nesse tipo de crime. O número de roubos – praticado sob ameaça ou com agressão ao motorista – foi 60% maior do que o de furtos – quando o carro é levado na ausência da vítima. O fenômeno foi constatado na Região Metropolitana e no Vale do Sinos.
A incidência desse crime em Porto Alegre pode estar relacionada à efervescência da indústria do desmanche e às deficiências policiais. Em 2007, a Brigada Militar elegeu como prioridade a repressão a ladrões de carros.
Balanço anual da BM mostra que o desempenho do Comando de Policiamento da Capital (CPC) ficou aquém da expectativa. O CPC foi responsável por apenas 5% do total de inspeções realizadas pela BM em desmanches do Estado. Bem diferente do Comando de Policiamento de Pelotas, responsável por 29% das ações da BM contra ferros-velhos gaúchos. Pelotas, com a terceira maior frota, aparece na 29ª posição na preferência dos ladrões, entre as 50 cidades com mais carros.
O subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Paulo Roberto Mendes, destaca que a média de recuperação de veículos no Estado é de 60%, e promete reestruturar as operações:
– Estamos trabalhando para melhorar esses índices em 2008.

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