Um crime que começa a ficar mais freqüente


por Emir Pinho - Consultor de Seguranca - 51 9967 3306 - ID 9214136 em old / 16 de novembro de 2006

Violência
Um crime que começa a ficar mais freqüente
Os casos de extorsão mediante seqüestro não são novidade nos vales do Sinos e Paranhana. A poucas quadras da casa de onde Jacson Rodrigo Müller, 19 anos, foi levado por bandidos na segunda-feira, o estudante Régis Renan Vogel, hoje com 18 anos, foi seqüestrado.
O crime aconteceu em agosto do ano passado, quando Vogel foi abordado na frente do supermercado da família. Ele passou oito horas em poder de bandidos, até ser liberado depois do pagamento de R$ 1,7 mil. Ontem, ele procurou saber notícias do amigo, que passou por situação semelhante à sua.
O diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais, Ranolfo Vieira Junior, não considera a região um foco de seqüestros. Neste ano, dos seis casos no Estado, apenas o do estudante de Campo Bom foi no Vale do Sinos, segundo Ranolfo. Um dos casos de maior repercussão foi o do agricultor Alcido Boelter, 68 anos, pai do diretor da Calçados Joaneta, José Paulo Boelter. Ele foi levado em maio deste ano, da sua casa, no interior de Picada Café. Ficou cinco dias em um cativeiro em Portão, no Vale do Sinos, até ser libertado.
No ano passado, a fisioterapeuta de Três Coroas Ana Debarba, 39 anos, ficou refém por quatro dias. Ela foi libertada em uma estrada paralela à rodovia Viamão-Balneário Pinhal.
– Este é um crime que, graças a Deus, não tem tradição no Rio Grande do Sul – analisa Ranolfo.
Fonte: Jornal Zero Hora de 16 de novembro de 2006. Edição nº 15060

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