Vítimas de Assalto


por Emir Pinho - Consultor de Seguranca - 51 9967 3306 - ID 9214136 em old / 28 de setembro de 2008

28 de setembro de 2008 | N° 15742 Jornal Zero HOra

VÍTIMAS DE ASSALTO

R. P. P., 49 anos, músico de Porto Alegre: “Fiquei com medo por meu filho”

Preferindo se identificar pelas iniciais do nome, o músico teve a casa invadida por um ladrão, no Jardim do Salso, há um ano. Era manhã de sábado, dormia com a mulher e o filho, de seis anos.

“Foi lá pelas 8h da manhã. Ouvi um barulho no telhado. Não dei bola, achei que fosse um gato. Depois, como o barulho aumentou, comentei com a minha mulher: ‘Mas esse gato tá grande demais. Vou verificar’. Chegando aos fundos, na cozinha, vi que havia um rapaz no pátio. Estava colocando na sacola várias máquinas que tenho, de fazer artesanato. Voltei para pegar o meu revólver. Ela entrou em pânico.

Notei que o ladrão forçava a porta. Fiquei com medo, não por mim, mas pelo meu filho. Como ela é muito bem trancada, ele desistiu por instantes, talvez tenha ido buscar alguma ferramenta para forçá-la. Nesse momento, abri a porta e surpreendi o intruso. Fiquei com o corpo para dentro, a arma para fora. Ele tentou se esconder, então eu disse: ‘Olha, tô te enxergando, não me faz fazer uma coisa que não quero, por favor, sai daí’. Ele dava sinais de que estava drogado, talvez pensasse numa reação. Engatilhei o revólver e insisti: ‘Por favor, deita no chão’. Eu não sabia, mas uma vizinha tinha chamado a Brigada. Ainda bem que tudo correu bem e ninguém se feriu. Foi mais um susto. Tenho arma, fiz curso de tiro, o que foi bom para proteger a minha família.”

Como agir

– Reforce as fechaduras e instale dispositivos de alarme

– Se possível, coloque uma porta no corredor que leva aos quartos. Isso forçará o ladrão a fazer um segundo arrombamento

– Ligue imediatamente para o telefone 190


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